É a marvada pinga que me atrapáia! Frase normalmente ouvida nos botecos, nas festas de faculdade, nas esquinas da cidade, nas reuniões familiares, nas festas da vila, nas circunstancias da vida.
A Marvada Carne. Frase que não ouvimos com tanta freqüência. Pra falar a verdade hoje em dia não ouvimos muitas coisas sobre ele. Sim sobre ele. O filme é dirigido por André Klotzel e trás no elenco Fernanda Torres, Adilson Barros e Regina Casé, esta ultima num papel hilário de demônio com uma péssima interpretação, mas que acaba se tornando engraçada de tão tosca. Fernanda Torres foi ótima no papel tanto que ganhou o premio de melhor atriz no festival de Gramado no ano de 1985.
A história se passa no sertãozinho de meu Deus e conta a historia de Nhô Quim, um homem que só pensa em arrumar uma mulher pra mode cuidar dele e comer carrrrrne de boi. A trama é engraçada, envolvente e encantadora. Um filme divertido onde até alguns personagens do folclore brasileiro fazem uma pequena participação. Com uma crítica peculiar aborda a vida nos migrantes nordestinos que vem para São Paulo construir sua vida.
O diretor André Klotzel também tem em seu currículo os longas “Capitalismo Selvagem”, cuja história gira em torno de uma investigação jornalística sobre atividades de mineração em reserva indígena, e “Memórias Póstumas” baseado no romance de Machado de Assis Memórias Póstumas de Brás Cubas.
O filme participou de vários festivais internacionais e foi visto por mais de um milhão de pessoas em salas de cinema do Brasil. Mesmo com tantos bons filmes nacionais sendo lançado no mercado hoje em dia, vale a pena sentar e assistir Marvada Carne.
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